Panettone Jasmine: A tradicional receita italiana sem glúten

por tatiana.barros
em 29 de novembro de 2017

Estamos já no final do ano e chega a hora de entrar no clima natalino. Se esta época precisasse ser definida por apenas um sabor, certamente seria o do tradicional pão natalino, macio e recheado com frutas ou chocolate. Sim, o indispensável panettone faz parte de todo Natal.

Panettone Jasmine

É praticamente impossível passar pelo Natal sem se deparar com essa iguaria nas ceias de família. O produto é delicioso, mas sempre representa um entrave para quem tem a doença celíaca ou não deseja consumir glúten. Pensando nisso, a Jasmine oferece sua versão dessa legítima receita italiana com um toque especial: não contém glúten e é seguro para o consumo por pessoas celíacas.

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O que isso quer dizer?

No Brasil, um em cada 600 mil habitantes é portador da doença celíaca, que é a intolerância ao glúten, proteína presente no trigo, na cevada e no centeio.  É um problema autoimune, que interfere diretamente na absorção de nutrientes essenciais ao organismo, como carboidratos, gorduras, proteínas, vitaminas, sais minerais e água.

Panettone com uva-passa

Ela pode até ser polêmica, ao estilo “ame-a ou deixe-a”, mas como pensar em receitas natalinas sem a uva-passa? Ela, que é quase onipresente nos pratos típicos dessa época, é o ingrediente essencial do panettone. E não é apenas no sabor que ela faz toda diferença.

Sabia que a uva desidratada é extremamente nutritiva? Ela é fonte de vitaminas do complexo A e B, e minerais, como o cálcio, cobre, ferro, magnésio, manganês, potássio e zinco. Também concentra boas quantidades de resveratrol, um importante polifenol que tem ação anti-inflamatória e anti-inflamatória.

A uva-passa ainda é fonte de fibras, essenciais para o processo digestório, o que favorece o trato intestinal e evita a constipação.

Origem do panettone

São diversas as lendas em volta da origem desse pão. Embora não haja um consenso em relação à forma como ele foi inventando, sabe-se que isso aconteceu no século 15, no norte da Itália e, por isso, é uma das preparações típicas da cidade de Milão.

No Brasil, a tradição pelo consumo dessa receita chegou com os imigrantes italianos, após a Segunda Guerra Mundial.

A produção do alimento é levada tão a sério na Itália que, desde 2005, há uma determinação em relação aos percentuais mínimos de cada ingrediente na receita naquele país. Para ser considerado um panettone legítimo, ele deve levar farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%.

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