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Economia colaborativa: Compartilhar é uma tendência

por Jasmine Assessoria de Imprensa
em 24/11/2017

Dividir para somar. Essa é a lógica por trás dos diferentes tipos de compartilhamento de produtos, serviços e experiências que têm ganhado espaço, especialmente nas grandes cidades. Essa é uma tendência que acompanha a ideia de um consumo mais consciente, além de ser uma forma de economia em tempos de crise.

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Economia colaborativa: Conheça as melhores plataformas de compartilhamento

Se você acha que não tem nada para compartilhar, pode até se surpreender com a proposta de algumas plataformas. Confira algumas que se destacam pela ideia original e utilidade:

Bliive: Nunca o compartilhamento de experiências e tempo foi levado tão a sério. A proposta dessa rede social é que cada usuário dê um pouco do seu tempo para o outro. Isso mesmo. Vale oferecer alguma aula, serviço ou, simplesmente, sua companhia e, em troca, receber algo que precisa.

BlablaCar: São vários os aplicativos dedicados a caronas ou transportes alternativos e o BlablaCar é mais um deles. A proposta é conectar pessoas sem carro próprio e condutores que irão viajar para o mesmo lugar. Essa é uma forma de dividir custos e ter uma companhia durante a viagem. Com o objetivo de oferecer uma rede de contatos confiáveis, os usuários podem ver os amigos em comum no Facebook e no LinkedIn.

Olio: Um dos pilares da Economia Compartilhada é promover a redução de desperdício e essa proposta é levada a sério no Olio. Aqui, o que acontece é uma conexão entre vizinhos e comércio local, o que possibilita que eles compartilhem comida que seria jogada fora. Basta abrir o aplicativo, postar uma foto do seu alimento, o preço (caso vá vender) e combinar a entrega.

Bookshare: Quem não tem pelo menos um livro esquecido na estante e uma lista de tantos outros que gostaria de ler? Com essa plataforma social qualquer usuário pode cadastrar seus livros e emprestar para outras pessoas da sua cidade que também estejam na plataforma digital e, claro, procurar por aquele título que há tempos gostaria de ler. O prazo para devolver o livro (em perfeito estado) é de 30 dias.

Couchsurfing: Essa é uma das redes mais populares quando o assunto é viajar de forma econômica. A proposta consiste em hospedar pessoas de qualquer parte do mundo, sem cobrar por isso. Para isso, basta se inscrever gratuitamente no site e criar um perfil. A partir daí, é apenas procurar outros usuários que estejam dispostos a te hospedar durante a sua viagem.

Home Exchange: Quem já assistiu ao filme “O Amor Não Tira Férias” conhece esse tipo de serviço. A ideia é trocar de casa com outra pessoa por um período, podendo ser simultaneamente ou não. Para isso, é preciso pagar uma taxa anual de R$ 230. Mas a vantagem é que esse valor dá direito a hospedagens ilimitadas em 150 países do mundo.

Roupa Livre: Pense em um tipo de Tinder para roupas. Esse é o Roupa Livre. No aplicativo, o usuário cadastra peças de roupas que não usa mais e troca com outros usuários que gostam delas e que tenham algo que seja do seu agrado. A forma de usar é a mesma do app de relacionamentos: você vai passando as fotos e dizendo se interessa. E aí, se gostar e der like, é só torcer para dar match.

O que acha dessas plataformas? Já testou alguma?


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