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6 motivos para reduzir o açúcar na alimentação das crianças

por Redação
em 25 de outubro de 2019

Comer um doce de vez em quando não faz mal; contudo, com a ampla oferta desses alimentos, é fácil acabar exagerando no consumo desse ingrediente, o que pode trazer diversos problemas de saúde. Por isso, é preciso ficar de olho e reduzir o açúcar da alimentação infantil.

Se para os adultos o excesso de açúcar é causa de vários prejuízos para o organismo, isso não é diferente para os pequenos – e eles podem sofrer as consequências do consumo excessivo desse ingrediente por toda a vida.

Confira seis motivos para reduzir o açúcar na alimentação das crianças:

1. O açúcar tem “calorias vazias”

Comer bastante não é sinônimo de estar bem nutrido, especialmente quando os alimentos ingeridos são ricos em açúcar refinado.

Além de carregar um alto valor calórico, esses produtos não oferecem boas quantidades dos nutrientes realmente necessários para o desenvolvimento infantil, como proteínas, vitaminas e sais minerais.

Por isso, dizemos que o açúcar fornece “calorias vazias”, ou seja, ele contribui para o acúmulo de peso, mas não supre as necessidades do organismo.

2. O consumo de açúcar favorece as cáries

A proliferação das bactérias causadoras das cáries é favorecida pela presença de moléculas de sacarose, também conhecida como açúcar comum, que constitui o alimento preferido desses microrganismos.

Dessa forma, uma alimentação rica em balas, biscoitos, bolos, sorvetes, refrigerantes e outros doces pode resultar em uma maior tendência a apresentar cáries dentárias.

3. O excesso de açúcar está diretamente relacionado à obesidade

Estima-se que 30% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos estejam acima do peso, e a principal causa desse efeito é a ingestão excessiva de açúcar.

Enquanto uma parte desse ingrediente é utilizada pelo corpo para gerar energia, a porção restante é metabolizada pelo fígado e armazenada em forma de gordura, o que leva ao sobrepeso e à obesidade.

Além dos prejuízos que o excesso de peso já pode causar na infância, esse problema tende a continuar pelo restante da vida, pois crianças obesas ou acima do peso têm maior chance de enfrentar essa mesma condição na vida adulta.

4. A obesidade traz outros problemas de saúde

Junto com o acúmulo de peso, que é favorecido pelo consumo excessivo de açúcar, aumenta também a quantidade de moléculas de gordura no sangue, elevando as taxas de colesterol.

Em consequência, crescem as chances de desenvolver doenças cardiovasculares, como hipertensão, aterosclerose (entupimento dos vasos sanguíneos), doença arterial coronariana, infarto e acidente vascular cerebral (derrame ou AVC).

Além disso, a obesidade favorece a resistência à insulina, o que significa que o corpo enfrenta mais dificuldades para processar a glicose (açúcar) proveniente da alimentação. Com isso, a pessoa pode acabar desenvolvendo diabetes tipo 2.

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Outras doenças relacionadas ao excesso de peso são a apneia do sono (obstrução da respiração enquanto a pessoa dorme), cálculos na vesícula, pancreatite aguda, problemas no fígado e vários tipos de câncer, especialmente o câncer de esôfago, cólon, reto e fígado.

5. Açúcar em excesso está relacionado a mudanças de humor

Outro motivo para reduzir o açúcar na alimentação das crianças é que ele é absorvido muito rapidamente pelo corpo e provoca a liberação de adrenalina, um neurotransmissor que prepara o organismo para se defender em situações de perigo.

Quando isso acontece em situações normais, ou seja, quando não há um perigo verdadeiro, o efeito da adrenalina pode ser a irritabilidade e o cansaço, que se manifestam na forma das famosas crises de choro e manha.

6. A construção das preferências alimentares começa na infância

A formação das preferências alimentares acontece na infância, portanto é mais interessante que a criança aprenda desde cedo a consumir alimentos saudáveis do que esperar que isso aconteça mais tarde, quando a mudança de estilo de vida se torna mais difícil.

No início da introdução alimentar, dos 6 aos 12 meses de idade, a criança está descobrindo os novos sabores. Dessa forma, os alimentos devem ser apresentados com seu sabor natural, permitindo que os pequenos conheçam o gosto verdadeiro das frutas, legumes e verduras.

Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, as crianças já nascem com uma preferência inata pelo doce. Por isso, não se deve adicionar açúcar ao leite e aos outros alimentos, e cabe aos adultos não oferecer balas, refrigerantes, sorvetes e outras guloseimas às crianças com menos de dois anos.

Como reduzir o açúcar na alimentação infantil

Reduzir o açúcar não significa que as crianças não podem mais comer nenhum tipo de doce, biscoito ou bolo, mas sim que é necessário buscar alternativas mais saudáveis desses produtos para substituir as versões comuns.

Um bom exemplo disso é o Sou Sweet, o biscoito da Jasmine da linha Zero Açúcar que é feito com cereais integrais, como trigo, aveia, arroz e milho, e stevia, um adoçante 100% natural.

O Sou Sweet é rico em micronutrientes, fibras e carboidratos bons e está disponível nos sabores chocolate & gotas, maracujá & chia e frutas vermelhas, ideais para crianças e adultos.

Assim, fica muito mais simples substituir produtos convencionais por versões mais saudáveis e reduzir o açúcar da alimentação das crianças, oferecendo uma dieta com muito mais qualidade para toda a família.

Fonte(s): Ministério da Saúde, ABESO [1], [2] e  Saúde Abril


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