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5 dicas da OMS para uma alimentação mais saudável

por Forte Apache
em 16 de outubro de 2020

O primeiro passo para se ter uma alimentação saudável é ter acesso à informação. Conhecer as características nutricionais de cada item é essencial para uma dieta com menores quantidades de sódio, açúcar, gorduras e álcool.

Uma alimentação saudável pode ajudar a proteger contra a má nutrição em algumas das suas formas, bem como contra algumas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), entre elas diabetes, doenças cardiovasculares, AVC e câncer. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) elaborou um guia com dicas práticas sobre como adotar hábitos mais benéficos na alimentação do dia a dia. Listamos aqui cinco possibilidades alimentares em prol de uma dieta mais saudável.

1. Aposte em uma alimentação mais variada

A palavra “equilíbrio” descreve bem o significado de uma alimentação saudável. Para que possamos absorver todos os nutrientes que precisamos no dia a dia, é necessário combinar alguns tipos de alimentos. Portanto, apostar em uma dieta variada aumenta as chances de que tudo que necessitamos seja consumido.

Dê preferência a alimentos integrais, como milho, trigo, aveia e arroz, pois eles são ricos em fibras e contribuem para manter a saciedade por mais tempo. Legumes como lentilhas e feijões, além de frutas e vegetais frescos também devem ter a preferência em relação a alimentos com alto teor de açúcar, gordura ou sal.

2. Reduza o consumo de gorduras trans

O corpo humano precisa consumir certos tipos de gordura, mas gorduras saturadas e trans devem ser evitadas sempre que possível. Elas são prejudiciais à saúde e dados da OMS indicam que o excesso delas na dieta é capaz de aumentar as doenças cardíacas em até 30% em comparação com aqueles com dietas mais saudáveis.

Alguns conselhos para uma alimentação de melhor qualidade incluem cozinhar ou ferver os alimentos em vez de fritá-los. Alimentos multiprocessados também têm índices maiores de gorduras nocivas. Ao escolher alimentos industrializados, opte por aqueles com menores índices de gorduras totais.

3. Atenção para o excesso de sódio

O consumo excessivo de sal é outra característica que contribui para o desenvolvimento de doenças cardíacas. De acordo com a OMS, esse é um problema encontrado em diversos países, especialmente nos mais industrializados. Enquanto o consumo diário deveria girar em torno de 5 gramas, a média diária acaba sendo muito maior do que isso.

Comece observando os rótulos dos alimentos e prefira aqueles com teores menores de sódio. Ao cozinhar, reduza a quantidade de sal, especialmente no uso de molhos e condimentos. Crie o hábito de reduzir aos poucos a ingestão de sal, adaptando sua dieta para consumir produtos naturais cujo sabor não dependa tanto de aditivos.

4. Reduza também o consumo de açúcar

Da mesma forma que o sal aparece de forma “oculta” em diversos alimentos, também pode se dizer o mesmo do açúcar. O consumo em excesso pode desencadear problemas de saúde crônicos, favorecendo o sobrepeso. Uma simples lata de refrigerante (300 ml) contém o equivalente a dez colheres (chá) de açúcar e, por isso, deve ser evitado.

Opte por sucos naturais de frutas como alternativa. No caso das crianças, redobre a atenção: é fundamental que antes dos 2 anos de idade a criança conheça o sabor natural dos alimentos, e o açúcar deve ser evitado nesse período.

5. Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Consumir bebidas alcoólicas com frequência ou em excesso aumenta a predisposição a doenças no fígado e no coração, de acordo com a OMS. Outros problemas de saúde podem ser agravados pelo álcool, que deve ser evitado por gestantes e por aqueles que estão tomando medicamentos que podem resultar em efeitos colaterais em função da bebida.

Não existe um nível seguro para o consumo de álcool e, portanto, somente a avaliação individualizada de um profissional de saúde pode ser capaz de identificar os riscos para o organismo. Se possível, restrinja o consumo de bebidas alcoólicas no seu cotidiano. 

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