dicas de alimentação infantil
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7 dicas de alimentação infantil para uma vida mais saudável

por Redação
em 13 de março de 2017

É fato: o que se aprende a comer quando pequeno vai ditar o hábito alimentar para o resto da vida. São essas “escolhas inocentes” que vão definir se essa criança será um adulto obeso, se terá mais chance de desenvolver diabetes, se terá o colesterol ruim alto e, portanto, maior risco de infarto, e por aí vai a lista de doenças decorrentes da alimentação inadequada.

De acordo com um estudo do Instituto de Cardiologia de Minneapolis, crianças e adolescentes que consomem mais alimentos saudáveis (como naturais, orgânicos e frutas) têm 25% menos risco de desenvolver calcificação nas artérias, sintoma que causa doenças do coração na fase adulta.

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Ainda que pareça bonitinho aquela criança gordinha, isso também é mau sinal: a chance de adultos enfrentarem a obesidade aumenta em 50% quando houve o sobrepeso na infância“Isso sem contar o que os maus hábitos alimentares podem causar ainda na infância”, afirma a nutricionista Ana Leda Gambarra. A especialista explica que, nessa fase, a alimentação saudável é fundamental para que o desenvolvimento físico e mental aconteça de acordo com o esperado para cada idade. “Além disso, alimentar-se bem favorece o sistema imunológico e previne patologias, inclusive as hereditárias.”

No dia a dia, no entanto, é um desafio colocar em prática essa explicação lógica e certeira. Até porque o que não é saudável costuma ser muito apetitoso e as crianças não têm discernimento para dar conta dos riscos daquele pacote de salgados cheio de gordura trans ou do perigo que é consumir aquele tanto de açúcar que compõe o suco de caixinha com a embalagem feita sob medida para seduzi-lás.

Para ajudar os pais nessa tarefa nem um pouco fácil, a nutricionista Ana Leda Gambarra montou uma lista com algumas estratégias para transformar o seu pequeno em um consumidor consciente de comida boa e nutritiva.

Dicas de alimentação infantil

1. Dê o exemplo

É importante que as crianças tenham um bom modelo de comportamento dentro de casa. Se elas percebem que seus pais ou responsáveis comem direitinho, elas também vão querer participar desse cenário. É claro que as porções são diferentes, mas a comida deve ser a mesma para todos.

2. Faça da refeição um momento especial

A comida fica ainda mais apetitosa se estiver bem arrumadinha e com a turma toda sentada à mesa. Participar do momento das refeições com as crianças as estimula a alimentarem-se bem. Faça dessa hora um tempo especial, leve e divertido com os pequenos. Certamente, eles vão ter mais apetite e raspar o prato.

3. Prato saudável tem variedade de cores

Uma alimentação saudável é rica em proteínas, carboidratos não refinados e gorduras boas, além da presença de frutas e vegetais. O famoso “prato colorido” faz a refeição ficar nutritiva e saborosa!

Uma das principais regras de uma alimentação saudável é: quanto mais colorido o prato, melhor (foto: istock)

Uma das principais regras de uma alimentação saudável é: quanto mais colorido o prato, melhor (foto: istock)

4. Tenha paciência

Ana explica que é importante oferecer pelo menos três vezes o mesmo alimento quando a criança o rejeita. “É sempre importante ficar atento às variedades e quando necessário mudar a preparação da comida até que haja a aceitação da criança, buscando sempre um cardápio equilibrado”, explica a nutricionista.

5. Convide as crianças para ajudar no preparo

Depois que a batata está cozida (e não está mais superquente), peça para os mais novos ajudarem a descascar – é simples, né! Basta puxar a casca. Lavar as folhas de alface, esmagar cenoura e, para os mais velhos, picar o tomate. Colocar a turminha em contato com vegetais e frutas durante a preparação da comida ajuda a familiarizá-los com o alimento. Até porque, na hora de comer, eles vão querer experimentar um pouco do que ajudaram a fazer!

6. Não ofereça enquanto não pedirem

Um dia, evidentemente, os mais novos vão querer experimentar o chocolate, o sorvete, o refrigerante e aquele sanduíche cheio de gorduras que aparece no comercial da TV. Mas, enquanto eles estão pequenos demais para absorverem essas informações e não sentem nem curiosidade e nem vontade de provar, aproveite e não ofereça! Assim você ganha tempo para acostumá-las com comida saudável e fazer com que elas se tornem as opções principais no paladar dos baixinhos.

7. Vá de orgânicos e integrais

Bolo e biscoito de lanche, pode? Pode sim, desde que seja com moderação e com ingredientes saudáveis em sua composição. Em vez de oferecer um biscoito recheado comum, que é cheio de gorduras saturadas e açúcares, prefira alimentos integrais e orgânicos. Eles são saborosos e fazem bem!

SUGESTÃO JASMINE

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