primeira papinha
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Alimentação saudável desde a primeira papinha

por Redação
em 29 de abril de 2014

Saiba quais os alimentos mais indicados para fazer as primeiras papinhas e como introduzi-los na dieta do seu bebê

A inserção dos primeiros alimentos é uma etapa que exige atenção, cuidado e, principalmente, paciência e carinho por parte dos pais. Até completar seis meses de vida, apenas o leite materno costuma suprir as necessidades para o completo desenvolvimento do bebê. Após esse período, a indicação é inserir gradativamente novos ingredientes, sabores e texturas na dieta do pequeno.

Segundo Javier Andrés Vilanova Garcia, doutor e professor em nutrição e consultor da Jasmine Alimentos, a inserção de alimentos sólidos deve ser gradual e qualitativa, sempre com acompanhamento de um pediatra ou nutricionista. “Eles devem ser empregados após os primeiros cinco ou seis meses de vida como complemento da amamentação”, ressalta.

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Novos Sabores

As frutas devem ser os primeiros novos sabores oferecidos nesta fase de transição alimentar do bebê, sendo uma de cada vez e em forma de suco ou papinhas. Logo após, os ingredientes salgados também podem começar a fazer parte do cardápio, segundo a nutricionista Flávia Ferreira Sguario. “No começo, indicamos preparar as papinhas com apenas um tipo de fruta antes de começar a misturar ingredientes. Também indicamos colocar, no máximo, três tipos de legumes para a criança aprender a saborear cada um, reconhecendo o seu sabor e desenvolvendo o seu próprio paladar”, recomenda a nutricionista. “Por isso, não recomendamos bater os alimentos no liquidificador e, sim, apenas cozinhar e amassá-los com um garfo”, complementa.

Tipos
Enquanto para as primeiras papinhas, a sugestão é escolher legumes mais adocicados, remetendo ao sabor do leite materno, como a cenoura, a abóbora, batata doce e a batata, a iniciação das frutas, segundo a nutricionista Flávia, deve ser feita preferencialmente com banana, pera, mamão e maçã. “Alimentos industrializados e temperos prontos (por conterem muita química e aditivos), além do tomate (por sua acidez e uso intenso de agrotóxico) e do leite de vaca, entre outros, como açúcares refinados e refrigerantes devem ser evitados neste período de transição alimentar, pois podem não ser tolerados pela criança ”, exemplifica a nutricionista.

Reações
Quando um novo alimento é apresentado ao bebê, é importante que os pais fiquem atentos às reações comportamentais e fisiológicas do seu filho. “Se a criança chora de forma contínua, vomita, fica agitada, ofegante ou inquieta, o alimento pode não ter sido bem aceito”, explica o consultor Javier, ressaltando a importância de uma consulta ao pediatra e nutricionista quando houver, por exemplo, uma alta produção de gases, diarreia ou urina de cor ou cheiro atípicos. Afinal, as crianças podem ter, de forma congênita, intolerâncias, alergias, insuficiências e outros elementos herdados, que podem influenciar de forma negativa na etapa de uma complementação e até de uma transição do líquido para o sólido. “Dessa forma é preciso sempre estar atento a qualquer reação diferente da criança ao ingerir um alimento novo e, por isso, os alimentos de origem vegetal são os mais apropriados desde o ponto de vista nutricional, metabólico e até imunológico”, acrescenta.

Sugestões
Considerando o longo caminho até a maturidade imunológica das crianças, os alimentos vegetais e orgânicos são uma opção por excelência. “Os mingaus e as papinhas da Jasmine preenchem todos esses requisitos, sendo 100% vegetais, orgânicos, sem adição de açúcar refinado nem aditivos artificiais”, finaliza Javier.

Fontes:

Javier Andrés Vilanova Garcia – Doutor e professor em nutrição e consultor da Jasmine Alimentos
Flávia Ferreira Sguario – Nutricionista funcional


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