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Aditivos alimentares: por que evitá-los

por tatiana.barros
em 1 de agosto de 2017

Não coma o que sua avó não saberia o que é. Esse é um bom conselho para a vida e vale muito, especialmente ao ler o rótulo de alimentos industrializados. É muito comum se deparar com termos difíceis, com significados desconhecidos. Geralmente, os nomes químicos correspondem aos aditivos alimentares. Embora muitas vezes passem despercebidos, é ali que pode estar o perigo para a saúde.

O que são os aditivos alimentares?

A grande maioria dos alimentos industrializados contém essas substâncias. Os aditivos são empregados com a função de conservar, intensificar ou modificar as propriedades de alguns produtos. Embora não anulem os nutrientes encontrados nesses itens, o uso excessivo dos componentes químicos podem trazer diversos riscos à saúde, incluindo doenças sérias como câncer e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

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As crianças são as maiores consumidoras de produtos com aditivos, uma vez que eles estão presentes em biscoitos, balas, salgadinhos e refrigerantes. Especialmente nesse caso, a ingestão deve ser moderada, já que o sistema digestivo e urinário estão em fase de desenvolvimento na infância e não estão preparados para processar essas substâncias.

Os principais tipos de aditivos químicos

Identificar esses aditivos é fácil. Eles estão na lista de informações de ingredientes no rótulo do produto. Os itens aparecem em ordem decrescente de concentração no alimento. De acordo com estudos, alguns são mais prejudiciais à saúde.

MSG (glutamato monossódico)

É um realçador de sabor, encontrado em alimentos enlatados, comidas de fast-food, refeições congeladas, molho para salada, temperos prontos e comida chinesa. A substância prejudica a regulação do apetite no cérebro e faz com que a pessoa se sinta menos satisfeita depois de comer. Ela também altera as papilas gustativas, tornando o consumidor viciado em seu sabor.

Adoçantes artificiais

Usados em grande quantidade como substitutos para o açúcar branco, são encontrados em produtos diet, como sucos, gomas, refrigerantes. Vários estudos apontam que esses produtos, quando consumidos em excesso, aumentam o risco de diabetes, doenças no coração e obesidade por desencadear mecanismos específicos no cérebro. São eles: aspartame, sacarina, sorbitol, sucralose, glicerol, entre outros. Uma opção é escolher adoçantes naturais, como a Stévia.

Bromato de potássio

Utilizado para amaciar e branquear a massa do pão de fast-food e de pizzas congeladas. Esse aditivo é proibido no Brasil e também em outros países, como o Canadá e a China. Isso porque a substância é cancerígena.

Acrilamida

É um produto químico presente em frituras e alimentos preparados em altas temperaturas. Mas não só isso. Também está na fumaça do cigarro e pode causar câncer.

Nitrato de sódio

É um sal presente em alimentos processados e embutidos, como salsichas e bacon. Estudos mostram que esse produto está associado ao surgimento de câncer de pâncreas em ratos.

Xarope de milho

Esse tipo de açúcar é extraído do milho. Está presente em refrigerantes, doces, sucos concentrados, cereais processados, coberturas de sorvetes, entre outros alimentos. Esse aditivo químico pode colaborar para o desenvolvimento de doenças como diabetes e síndrome metabólica.

Óleo vegetal bromado

O BVO é encontrado em alguns tipos de refrigerantes e de bebidas esportivas, para manter seus aromas. Há estudos que mostram que o aditivo pode causar problemas nervosos e, por isso, é proibido na União Europeia, Japão e Austrália.

BHA e BHT (Butil-hidroxianisol butilado e hidroxitolueno)

Esse é um conservante usado para impedir a quebra de gorduras em alimentos como batata frita, banha, manteiga, cereais, conservas de carne, cerveja, misturas prontas, goma de mascar, entre outros. Ele é considerado razoavelmente cancerígeno.

Benzoato de Sódio

Outro conservante, esse aditivo tem a função de impedir o crescimento de fungos e leveduras em sucos, conservas, refrigerantes, molhos para saladas e condimentos. Ele pode colaborar para o surgimento de hiperatividade nas crianças e, quando combinado com as vitaminas C ou E, produz o benzeno, uma substância cancerígena.

Sugestão Jasmine

Para dar sabor aos alimentos e não prejudicar a sua saúde, invista em ervas naturais e no Sal Marinho Jasmine, obtido de forma natural pela evaporação da água do mar. E para adoçar suas receitas, nada melhor do que o adoçante natural Stévia. Oito gotas de Stevine Jasmine líquido adoçam o equivalente a 2 colheres de chá de açúcar. Tem origem vegetal e não contém adição de açúcares e edulcorantes artificiais.


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