Alimentação na gravidez: como investir em uma dieta saudável

por Redação
em 22 de junho de 2017

A gravidez é um período de muitas descobertas. Com o novo universo que se apresenta, surgem também muitas dúvidas e uma bem recorrente é sobre o tipo de alimentação mais adequada. Afinal, todo mundo sabe que o desenvolvimento do feto depende dos hábitos da mãe.

Uma dieta pouco nutritiva durante a gravidez pode ocasionar problemas sérios para o bebê, como alterações no desenvolvimento, prematuridade e prejuízos na capacidade cognitiva. Além disso, aumentam os riscos de doenças futuras, como obesidade e doenças cardiovasculares e, até mesmo, pode ocasionar em mortalidade.

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Os malefícios de uma má alimentação também afetam a mulher, que pode apresentar problemas como hipertensão arterial e diabetes gestacional, doenças que aumentam os riscos de mortalidade.

Dicas para uma alimentação mais saudável na gravidez:

• Durante a gestação é recomendável que a mulher alimente-se a cada três horas.
• Deve-se beber, pelo menos, dois litros de água diariamente.
• As refeições devem ser ricas e variadas, com cereais integrais, carnes, leite, frutas, legumes e verduras.
• O primeiro trimestre é uma fase determinante para o desenvolvimento do bebê. Por isso, o consumo de alimentos fontes de ferro, ácido fólico e líquidos são importantes.
• Mulheres vegetarianas ou veganas podem precisar fazer suplementação de vitamina B12, nutriente presente em proteínas de origem animal.

Alguns alimentos são especialmente indicados para entrar na dieta alimentar durante esse período, por serem fontes de nutrientes essenciais para a saúde do bebê e da mãe:

Ovos e carnes: São alimentos ricos em proteínas, importantes para a construção e renovação das células e dos tecidos da mãe e do bebê. Os ovos ainda são fonte de um nutriente chamado colina, que promove o crescimento do bebê e sua saúde cerebral e ajuda a prevenir defeitos do tubo neural. É indicado o consumo de cerca de 60 g de proteínas diárias.

Salmão: Assim como a sardinha, esse é um tipo de peixe rico em ômega 3, um ácido graxo que controla os níveis de colesterol no sangue e previne doenças cardiovasculares. O salmão ainda possui lipídeos que ajudam na formação do sistema nervoso central do feto.

Feijão: Esse é um alimento fonte de proteínas, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas do complexo B, carboidratos e fibras. O feijão é rico em ferro, mineral que evita anemia. O indicado é a ingestão diária de 30mg de ferro. Em muitos casos, o médico costuma receitar suplementos à base do nutriente para que a mulher consiga ingerir a quantidade recomendada. Uma dica: é no grão do feijão que os nutrientes estão concentrados, por isso, não consuma apenas o caldo. Para evitar gases, comuns na gestação, deixe os grãos de molho antes do cozimento.

Aveia: Durante a gravidez é normal que haja uma queda na imunidade e a aveia ajuda a regular o sistema imunológico. O alimento também é fonte de fibras solúveis, que ajudam a reduzir os níveis do colesterol ruim (LDL). Além disso, contém cálcio, ferro, potássio, sódio, fósforo, selênio e zinco. A recomendação de consumo é de 20 gramas ao dia, o que equivale a uma colher de sopa.

Oleaginosas: Alimentos como nozes, amêndoas e castanha de caju, assim como peixe e ovo, também são fontes de ômega 3. Por isso, atuam no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê. Também são fontes de fibras, que ajudam na flora intestinal e evitam a compulsão por doces.

Frutas e vegetais amarelos: Frutas como o abacaxi e o maracujá são fontes de vitamina A, importante para a formação do broto dentário do feto, para o desenvolvimento ósseo e para a imunidade da gestante.

Leite e derivados: São ricos em proteínas, essenciais na construção das células do corpo do bebê, e em cálcio, responsável pela formação dos ossos e dentes. Se for consumir iogurtes, o tipo grego é o mais recomendado por ter o dobro de proteína que os comuns.

Couve: Esse é o vegetal mais rico em ferro e cálcio. É ainda excelente fonte de betacaroteno e vitamina E, de ácido fólico, ferro e potássio. O cálcio e a vitamina D devem ser reforçados no terceiro trimestre, para ajudar na formação óssea do bebê, na contração muscular e colaborar para os batimentos cardíacos. Para as mães, os benefícios são unhas fortes e dentes saudáveis, além de menos chance de apresentar gengivite e câimbras. Outros alimentos de cor verde escura, como espinafre e brócolis, também possuem esses benefícios e devem ser inseridos na dieta.

Frutas cítricas: Laranja, limão, acerola, mexerica, entre outros. Essas frutas cítricas são ricas em vitamina C ajudam na absorção do ferro. Elas ajudam ainda a evitar infecções e regulam o intestino.

Arroz integral: Alimentos ricos em carboidratos complexos, como o arroz integral, cereais e frutas, fornecem energia para a mamãe e para o desenvolvimento do bebê. Além disso, por serem ricos em fibras conferem maior saciedade à mãe e regulam o intestino.

Vale lembrar sempre que cada organismo funciona de uma forma e, especialmente durante a gravidez, é indispensável consultar o médico e o nutricionista, para o que os profissionais indiquem a melhor dieta para cada caso.

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SUGESTÃO JASMINE

Quer apostar em uma alimentação mais saudável na gravidez? Confira alguns produtos Jasmine que precisam entrar na sua dieta: O Arroz Agulhinha Integral Orgânico Jasmine preserva intacto o germe, a camada interna e a externa do grão, onde se concentram a maior parte dos nutrientes, e é fonte de fibras e proteínas. A Aveia é um dos cereais de maior qualidade nutricional devido à presença de diversos macro e micronutrientes. Tem, em média, 15% de proteína em sua composição e 10% de fibras o que a torna um cereal muito rico e nutritivo. Para um lanche mais saudável, a sugestão é a linha de Cookies integrais e Rosquinhas Jasmine, produtos ricos em fibras, proteínas e minerais. Eles não têm lactose, nem aditivos artificiais, e são deliciosamente nutritivos.


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